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MERCEARIA MAGINA

MERCEARIA MAGINA

07
Jun17

Parece que me dói o cotovelo

O rapaz cá de casa está no Porto em trabalho. Eu, como boa rapariga que sou, dei-lhe umas dicas do que poderia fazer caso tivesse tempo livre. Já recebi uma foto de uma praia. Já recebi uma mensagem "bla bla bla, delta, bla bla, pastel de nata". Sinto que não faltará muito para receber uma foto de uma francesinha. Para a próxima não lhe digo nada. A inveja é lixada.

25
Mai17

"Não gosto de trabalhar com portugueses", disse ela

Na semana passada fui a um jantar onde conheci uma rapariga (espanhola) que, de repente e em modo de desabafo, disse que não gostava de trabalhar com portugueses. Eu que estava indecisa entre sépia e huevos rotos, ouvi aquilo e quase como se de um espasmo se tratasse, reagi! Não sou mãe mas imagino que isto é mais ou menos como com os filhos, ou seja, uma mãe pode falar mal do seu filho mas ai de quem se atreva a fazer o mesmo. "Porquê que não gostas de trabalhar com portugueses?", perguntei-lhe o mais delicadamente possível. A rapariga que não era parva, apercebeu-se que talvez tivesse entrado a pés juntos, então começou por dizer que Portugal era um país incrível, que ela é galega, que somos primos hermanos, enfim, esteve ali a acariciar-me o coração até que me contou as suas razões.

 

Pela experiência dela, os portugueses "chutam para canto" sempre que podem, são preguiçosos, ligam demasiado a hierarquias e são algo arrogantes. Uma vez mais isto irritou-me mas segundo o que ela me contava (e conhecendo apenas a sua versão), ela tinha razão no que dizia e sinceramente, senti uma espécie de vergonha alheia. Claro que também podemos encontrar espanhóis (italianos, franceses, gregos, etc.) assim. Sou consciente que não devemos generalizar e, se não permito que falem mal do meu país "só porque sim", também tenho que ser humilde para reconhecer a veracidade de uma critica. E é aqui que eu me lixo. Durante os últimos quatro anos trabalhei sempre com dois mercados: Portugal e Espanha. Isto significa que por inúmeras vezes coordenei a mesma tarefa para ambos países e, infelizmente pela minha experiência, tenho que concordar com esta rapariga. Enquanto a equipa espanhola despachava o caso, a equipa portuguesa queixava-se, arranjava problemas (lá está, tentando chutar para canto), demorava eternidades. Resumindo, não era uma equipa tão eficiente como a equipa espanhola. Bolas e eu não gosto de assumir isto. Preferia poder dizer o contrário ou, melhor ainda, estar contente com o desempenho de ambas. 

 

Ainda assim, em termos de profissionalismo, eu recuso-me a catalogar os portugueses como arrogantes e preguiçosos. Eu sou portuguesa e não sou assim, tal como a maioria dos portugueses que conheço não o são. Mas é impossível negar que há muitos (mais do que desejável) portugueses que são péssimos profissionais, colegas, chefes. Digo-o por experiência própria e também com base em casos que conheço (onde a mesquinhez e a inveja são palavras de ordem). Tenho curiosidade em saber o que pensam sobre isto. Eu tenho a certeza que somos bons profissionais, somos empreendedores, somos eficazes. Há muito chico esperto por aí mas, mesmo assim, eu acredito que quantitativamente os bons ganham aos maus. E vocês?

 

19
Mai17

Tempo de antena #2

Mário, 38 anos, natural de Peniche.

A paixão por pescar vem de miúdo e não há peixe que ele não conheça.
Bem disposto, prestável e com péssimo despertar, Mário trocou o mar por Lisboa. Sem perder nenhum avião de vista, aceitou ser o nosso primeiro entrevistado do género masculino. Palmas para ele!

Bem-vindo Mário!

 

Obrigada por teres alinhado e aceite o convite. Para começar, queres acrescentar algo à tua apresentação?

Acrescentar não, só um reparo...não sei onde foste buscar essa do "péssimo despertar".

 

...Consta por aí! És de Peniche. Para muitos é onde há bom peixe e boas ondas. Como é Peniche para ti?

São as minhas raízes, é onde está quase toda a minha família assim como alguns amigos de infância que foram ficando. Hoje em dia vou a Peniche para visitar a família e no verão, costumo ir lá passar uns dias e beber uns copos com o pessoal.

 

Um dos teus hobbies é a pesca. És uma pessoa paciente?

Tem dias...há dias que nem sequer tenho paciência para pensar e que tenho de ser paciente. Depois há outros dias que sou o mais calmo e paciente do mundo, mas regra geral sim, sei esperar pela altura e oportunidade certa.

 

Há uns aninhos, de mochila e jornal na mão, entraste num autocarro e foste para Lisboa à procura da tua sorte. O que te levou a essa decisão?

Vários factores. Numa cidade pequena não há muitas oportunidades. Ou tens a sorte de encontrar algo que te proporcione qualidade de vida ou tens de ir à procura noutro local. Eu tive de ir à procura até porque também tinha uma enorme vontade de conhecer pessoas novas e viver coisas diferentes das que tinha vivido até então.

 

E o que é que mais te custou na adaptação a Lisboa?

Sem dúvida foi estar longe da minha família. No início ia todos os fins-de-semana mas depois à medida que fui assentando, passei a ir mais esporadicamente. Apesar de ter sentido que aqui o ritmo de vida era mais exigente e mais acelerado, em termos gerais a adaptação não foi muito difícil. Afinal de contas continuava a estar no meu país.

 

Durante alguns anos viveste num quarto partilhado e trabalhavas à noite para poderes estudar de dia. És um lutador!

Não...tenho é uma enorme força de vontade! Houve alturas em que não foi fácil. Quase não via o sol, entrava nas aulas às 18h30 e saía de lá directo para fazer o turno da noite. Dormia de dia, vivia ao contrário do pessoal e do ciclo natural.

 

Mas valeu a pena! Licenciaste-te em Gestão de Operações de Voo e as coisas têm-te corrido bem. Explica-nos um bocadinho o que é isso de criar rotas para aviões?

Isso é apenas uma parte do nosso trabalho e das menos complicadas. A nível de rotas já temos sistemas informáticos que praticamente fazem-nas por nós. Só temos de ter atenção se realmente é a rota mais curta, caso contrário temos de trabalha-las manualmente. Mais desafiante é quando temos de planear voos para aeroportos restritos, por exemplo no meio dos Alpes, com uma pista curta e coberta de neve. Aí o planeamento tem de ser calculado ao quilo. |risos|

 

Pareces gostar daquilo que fazes. Sentes-te realizado ou tens outros planos para o futuro?

Sim, sinto-me realizado mas não deixo de ter outros planos... Quero trabalhar em algo mais abrangente. Mais em modo operações nos quais sou eu que trato de tudo em relação ao voo, handling, catering, autorizações de voo etc.

 

Um objectivo para 2017?

Mudar de emprego! |risos|

 

Envias-me uma foto de algo que faça parte do teu dia-a-dia?

 

WhatsApp Image 2017-05-18 at 21.15.46.jpeg

 Legenda: Objecto de ajuda ao levantamento matinal

 

 

Deixemo-nos de teorias e passemos ao mais importante. Em 3, 2, 1, go!

 

1- Clube de futebol: Que pergunta...Benficaaaaaaaa!!!

2- Costumas levar os champôs de hotéis para casa? Eu não! Eles é que às vezes se agarram às mãos...malandros!

3- Uma certeza: Prefiro cerveja a vinho.

4- Doces ou salgados? Doces.

5- Se neste momento eu fosse à tua casa, ela estaria arrumada? Humm mais ou menos!

6- Já ficaste sem combustível no carro? Duas vezes.

7- Diz a verdade, quantos litros de água bebes ao dia? Digamos que o médico do trabalho diz que eu tenho de beber muito mais.

8- Muito frio ou muito calor? Muito calor.

9- Um medo: Aranhas...

10- Se pudesses saber algo sobre o futuro, qual seria a tua pergunta? Benfica Pentacampeão...?

 

Obrigada MárioO lado prático do género masculino fica sempre bem num blog que é lido maioritariamente por mulheres! Já agora, se puderes dar um jeitinho no catering da aviação, tens-nos a todos eternamente agradecidos.

 

 

17
Mai17

A arte de procurar trabalho

Hoje trago-vos um dos assuntos líder da actualidade: a arte de procurar trabalho. Sim, procurar trabalho poderia ser considerado arte. Aliás no CV, deviam ter em consideração um campo "Expert em procurar trabalho". Todos sabemos que procurar trabalho é difícil mas, difícil como? Após algum tempo de observação e reflexão, proponho que analisemos o caso em 7 diferentes. Ora atentem:


1ª Fase - Forever on Vacation

"Bom, estou desempregado mas vou ter calma, é só uma fase. Aliás, não vou stressar e vou aproveitar o lado positivo da coisa. Finalmente o descanso merecido! Vou aproveitar para fazer tudo aquilo que me apetecia fazer e não podia porque estava a bulir para aqueles atrasados mentais. Liberdade, liberdade! Vou cuidar mais de mim. Vou ser mais assíduo no ginásio, vou comer de forma saudável, vou passear, vou acordar sem despertador, vou apanhar sol, vou finalmente desfrutar da Netflix! Eu mereço isto. Mais do que qualquer pessoa neste mundo!"

 

2ª Fase - Wake Up Call

"A Netflix é uma merda! Só tem filmes que não interessam nem ao menino Jesus. Já visitei 3 museus, já fiz 1 pic-nic, já apanhei 2 insolações, estou farto do ginásio e nunca tenho companhia para nada porque o pessoal passa os dias a trabalhar. Por falar nisso, deixa lá ver como é que a coisa anda a nível de ofertas. Uiiii...2310 inscritos?? 800€ brutos? Horários rotativos? Mais de 5 anos de experiência em posições similares? Carro próprio? Quem é que me paga o desgaste dos pneus?! Epah, é melhor começar a procurar trabalho."

 

3ª Fase - Rocky Star

"Vou por o despertador para as 7AM, tomo banho, bebo um café e ponho-me fresquinho à frente do computador à procura de trabalho. Assim sou dos primeiros a inscrever-me, vão ver o meu CV de certeza. Além disso, eu tenho um CV do caralho. Tenho uma licenciatura, tenho um master, tenho formações, falo bem inglês, ninguém me ganha a fazer tabelas dinâmicas, faço apresentações no PowerPoint de olhos fechados...naaaa...isto vai ser canja!"

 

4ª Fase - Sad Rocky Star

"Não sei o que andei a fazer estes últimos anos. Todos têm mais masters do que eu, todos tocam violino, todos sabem programar, todos têm carta de condução de pesados, todos falam chinês e russo, todos são "qualquer coisa manager". Isto é uma merda, todos são melhores do que eu."

 

5ª Fase - Steve Jobs, Who

"Eles é que perdem ao não me contratarem. Sou um diamante em bruto. Eu próprio vou montar a minha empresa, vou ser o meu próprio chefe, vou fazer o meu próprio horário, vou finalmente ter tempo para ter um cão...Estou a sentir. Vou ser empreendedor, vou gerar trabalho, vou contribuir para o PIB nacional, vou ser o próximo Steve Jobs. Isto tem tudo para dar certo."

 

6ª Fase - Just Give Up

"Tenho montes de ideias, são todas espectaculares mas não tenho capital para investir. Pedi um crédito ao meu banco mas não foi aceite. Entretanto fui a mais 3 entrevistas mas não tenho esperança. Já vou sem esperança. Chego lá, falo com o entrevistador como se estivéssemos a beber uma jola, já não me dou ao trabalho de mentir...estou farto desta merda, eu desisto." 

 

7ª Fase - Back on Road

"Não acredito nisto. Ligaram-me a dizer que gostaram muito da minha descontracção e honestidade, que o meu perfil é perfeito para a posição e que sou o seleccionado! Foda-se finalmente, já posso respirar tranquilamente. Aleluia irmãos, aleluia!"

 

12
Mai17

Tempo de antena #1

Raquel, 32 anos, natural de Lisboa.
Em miúda partia-se toda. Para ser concreta, em miúda partiu 5 vezes as pernas e 1 vez a clavícula. Diz que era uma miúda calminha.
Divertida, espontânea e prática a Raquel é hoje Engenheira Electrotécnica e, sem medos, aceitou o convite de ser a nossa primeira entrevistada.
 
Bem-vinda Raquel!
 
Olá Raquel! Obrigada por aceitares o convite e vires dar o ar da tua graça à Mercearia Magina. Para começar, queres acrescentar algum detalhe à tua apresentação?
 
Sim, gostava de salientar só o ponto mais importante… Pet Lover!
 
Fala-nos um bocadinho sobre ti. Como é isso de trabalhar com máquinas e computadores?
 
É excelente! Não me dão trabalhinho nenhum. Costumam estar sossegadinhas no seu canto, e enquanto não existir uma liga de proteção aos computadores, ainda é permitido dar-lhes umas pancadinhas quando não querem trabalhar. Geralmente afinam logo!
 
Trabalhas num "mundo de homens". Alguma vez sentiste-te alvo de preconceito no teu meio de trabalho?
 
Sim mas não levei muito a peito...Eu sinto-me um homem por dentro. Já dei por mim a tentar coçar os tomates mas não deu. |risos|
 
Pois, imagino que seja complicado! ...Trabalhas naquilo que estudaste. Na opinião de muitos serás uma sortuda. Gostas do que fazes?
 
Ui, que sorte a minha. Não. Mas não me escapo de ouvir "Ah e tal não te queixes porque tens trabalho e ganhas bem." É verdade sim senhora. E também é verdade que nunca tive de mexer uma palha para procurar trabalho (convidaram-me para trabalhar na minha faculdade ainda antes de terminar o curso), assim como, fui sempre seleccionada nos sítios a que me propus ir. Mas é uma treta! Não sei o que raio se passava naquelas famosas horas de OE (orientação escolar) e os seus testes psicotécnicos. Diziam que eu era boa em Engenharia Química, Política e Advogacia...e nessa altura eu queria ser pediatra! De qualquer das formas não resultou. Acho que o maior problema é, às vezes, eu ter a mania de ser do contra. Mas no final de contas o problema está é em trabalhar…o melhor da vida faz-se fora do trabalho.
 
E descartas a possibilidade de algum dia vir a tentar outra área?
 
Não, até já tenho o meu deadline. Aos 40 anos largo tudo, viro hippie e vou vender pulseirinhas para a Feira da Ladra com os meus 93023 cães.
 
Gosto da ideia. Tens 32 anos e és casada há 2. Já começaram as perguntas "e para quando um bebé"?
 
Calma que ainda não são dois e até lá muita coisa pode mudar! |risos| Sim, acho que é a típica pergunta para fazer conversa. Até eu digo isso aos outros e fico "OMFG what have I just said!?". Este fim‑de‑semana fui a um batizado onde estavam pessoas que me conhecem desde pequenina e diziam-me "Então Raquel agora és tu...", ao qual eu respondi "Naaaa eu quero ser mãe-avó, poupa-se tempo se saltarmos etapas!". Time is money!
 
De certa maneira pressionam-vos com essas perguntas. Como é que lidas com isso?
 
Com a pressão é mesmo #caguei. Com o facto de querer ter filhos é que a coisa é dúbia...tanto quero como afinal não. Acho que a vida toda pensei que ter uma família significava ter filhos mas, ter que ter filhos não é o mesmo que querer ter! Agora encontro-me numa fase em que praticamente todos os casais à minha volta têm filhos e eu penso que não é bem isto que eu quero para mim. Nem sei se quero! Parece que de certo modo até introduz alguma pressão ao casal e ao relacionamento, assim como pressão financeira. Se pensarmos bem, uma vida sem filhos pode ser uma vida do caraças! O cão serve como treino e como abre olhos. Se já há tantas coisas que não posso simplesmente fazer porque tenho um cão, então como será com filhos? Ps- Objectivo aos 40 largar tudo com filhos não é possível!
 
A pergunta mais ansiada. Não só trabalhas num "mundo de homens" como vives num "mundo de homens". Como é que é viver com um gato, um cão e um marido?
 
É totalmente espectacular, não há períodoooooo naquela casa que não o meu! E todos me amam então, chego a casa e transformo-me em Cleópatra. Todos vêm à porta para me receber, lutam entre eles pela minha atenção, sento-me no sofá e todos querem o meu colo. D E   S O N H O ! No entanto se tiver filhos, curtia de ter meninas. Adoro desafios!
 
Um objectivo para 2017?
 
Tinha um que já foi. Decidi atolar-me numa dívida para o resto da vida e comprei uma casa (#fml #eagora #aos75toudespachada), algo que me deixa super tranquila  (#not #whathaveidone #aaaaaah). Portanto agora sinto-me como um balão de hélio, vazia por dentro e a pairar no ar sem objectivos. Confesso que este momento de introspecção deixou-me preocupada... Mas a verdade é que também precisava de alguma calma e estabilidade, pois isto de andar sempre a mudar de casa (em 4 anos, 4 casas) e a mudar de carro (em 4 anos, 5 carros), algum dia tinha de parar.
 
Envias-me uma foto de algo que faça parte do teu dia-a-dia?

 

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Desafio-te então a responderes às perguntas mais pertinentes desta entrevista. Preparada?

 

1- Clube de futebol: Só há um. SLB.

2- Costumas levar os champôs de hotéis para casa? Claro as embalagens dão sempre jeito!

3- Uma certeza: Tenho a certeza que nunca serei do SCP.

4- Doces ou salgados? Salgados (...odeio estar de dieta).

5- Se neste momento eu fosse à tua casa, ela estaria arrumada? Com uma casa cheia de gajos, achas mesmo?

6- Já ficaste sem combustível no carro? Só uma vez não, váriaaaaaas!

7- Diz a verdade, quantos litros de água bebes ao dia? Orgulhosamente, 3 litros!

8- Muito frio ou muito calor? Podem ser as duas?

9- Um medo: Perder o meu baby dog :(

10- Se pudesses saber algo sobre o futuro, qual seria a tua pergunta? Vou ser rica?#sópobreéquedizqueodinheironãotrazfelicidade

 

Obrigada Raquel! Gostei muito de receber-te por aqui. Dentro de 8 anos lá estarei, na Feira da Ladra a comprar-te fiozinhos enquanto brinco com os teus cães!

 

 

 

09
Mai17

Ainda dizem que não há coincidências

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Dizem, pois dizem. Mas isso é algo com o qual não posso estar de acordo. Quem me conhece bem, sabe que eu não vos minto, se digo que muitas vezes a minha vida é alvo de coincidências. Também não me posso queixar. Regra geral costumam ser coincidências felizes ou pelo menos engraçadas. Prova disso foi o que me aconteceu há uns dias atrás. Como sabem, eu e o meu chavalo estamos a viver em Madrid. O que vocês não sabem é que nós conhecemo-nos no trabalho, em Barcelona (há trabalhos de sorte eheheh). Pois bem, a única sede desta empresa é em Barcelona no entanto há comerciais distribuídos pelo país inteiro, ou seja, é perfeitamente possível encontrar um carro da empresa em Madrid. Tudo muito bem. Mas encontrar um carro da empresa, à porta de casa, quando estamos juntos a voltar de um passeio...como é que eu posso acreditar que não há coincidências? Madrid é enorme e a nossa rua também não é pequena. Só falta descobrir que o carro pertence a algum vizinho do nosso prédio, impossible is nothing!

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