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MERCEARIA MAGINA

MERCEARIA MAGINA

09
Jun17

Isto já me anda a irritar

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Ultimamente, são as raras as máquinas de roupa que faço, que não fique com a cápsula da Skip (Skip, Ariel ou outra, depende da promoção que esta treta ainda é cara) agarrada a alguma t-shirt/ jeans/ camisa/ lençol/ etc. Depois, toca de arrancar aquilo com jeitinho e voltar a lavar essa peça de roupa. Já sei, já sei. Que todos os meus problemas fossem este mas esta cena irrita-me. Também vos acontece? Se não for pedir muito, partilhem comigo os vossos truques de magia doméstica. Agradecida! 

 

08
Jun17

O bizarro comportamento das Mães

Quem é da geração de oitenta sabe do que estou a falar. Depois de anos e anos a observar o comportamento de várias Mães (a minha, de amigos, de colegas, de namorados, de vizinhos e por aí fora), creio que posso afirmar que as Mães são caracterizadas por um comportamento peculiar, tão próprio delas que é como se de uma tribo se tratasse. Ora tu, que não és mãe - logo não és da tribo - não entendes certas coisas. Faltam-te skills, pronto. Se assim não fosse, não te responderiam com tanta assertividade "quando tu fores mãe vais perceber". Confesso que este comentário chega a dar-me um bocadinho de medo... Enfim, então e que comportamentos ou características são essas? Vamos a isso: 

 

  • Mãe que é mãe chama-se Maria. Maria do Carmo, Maria Teresa, Maria Beatriz, Maria da Graça, Maria Joana, Maria Eduarda, Maria de Fátima, Maria Celeste, Maria Edite, Maria Augusta, Maria Graciete, Maria Isabel, Maria Odete, Maria Rita, Maria Conceição, Maria Filomena, Maria Luísa, Maria Socorro. Não há como enganar.
  • Mãe que é mãe tem uma colecção de tupperwares. Mais que uma colecção, eu diria que elas têm uma relação com os seus tupperwares. Só elas sabem como é que se devem empilhar os tupperwares, qual é a tampa de qual (mesmo daqueles que são iguais), e qual serve para o quê. Não brinquem com os tupperwares de uma mãe, não se esqueçam deles em mão alheias e o mais importante: nunca percam um tupperware de uma mãe. Nem da vossa nem de outra. Depois não digam que não avisei.
  • Mãe que é mãe acha sempre, repito sempre, que tu não estás bem agasalhada/o. Não importa se é verão e estão quarenta graus à sombra. Elas acham sempre que tu estás a sair à rua de corpinho bem feito e sugerem sempre que leves um casaquinho. À sombra - se de repente está vento - pode fazer fresquinho. Assim, tal e qual, com estas palavras.
  • Mãe que é mãe não te vê terminar uma refeição sem insistir "de certeza que não queres comer mais nada?". É-lhes indiferente que acabes de emborcar uma sopa de feijão, mais um peru (inteiro) com arroz e batatas e ainda um arroz doce. Elas acham sempre que "podias comer mais qualquer coisinha". Dica: se tiverem um cão à mão, chamem-no e durante a refeição, mantenham-no junto a vocês debaixo da mesa. Costuma ajudar.
  • Mãe que é mãe tem a agilidade de te perguntar em menos de quatro segundos, coisas tão variadas como: "já jantaste?", " chegaste?", "onde foste?", "onde vais?", "tens fome?", "lembraste-te de trazer o tupperware?". Já vi metralhadoras mais lentas a disparar.
  • Mãe que é mãe quer estar a par do funcionamento das novas tecnologias. E elas estão meus amigos. Quem é que nunca quase adormeceu a olhar para o whatsapp, com a mãe "a escrever..."? Devagar se vai ao longe, sempre ouvi dizer.

 

Pessoal da minha geração - ou de outras! - digam-me lá se concordam com este retrato. Acrescentariam alguma coisa? Vá lá, não se acanhem que é para a malta se rir um bocadinho. As Mães até nos podem por os nervos em franja, mas no fundo, elas sabem que não podemos viver sem elas.

 

07
Jun17

Parece que me dói o cotovelo

O rapaz cá de casa está no Porto em trabalho. Eu, como boa rapariga que sou, dei-lhe umas dicas do que poderia fazer caso tivesse tempo livre. Já recebi uma foto de uma praia. Já recebi uma mensagem "bla bla bla, delta, bla bla, pastel de nata". Sinto que não faltará muito para receber uma foto de uma francesinha. Para a próxima não lhe digo nada. A inveja é lixada.

06
Jun17

Bom dia alegria!

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Já aqui assumi o meu handicap com as manhãs. Regra geral não tenho bom despertar, sinto que o meu cérebro não se conecta à realidade e pior do que isso, vive em negação aproximadamente até às 11h da manhã (ou até ao terceiro café). Bem, podia ser pior. Com os anos aprendi a controlar - o melhor possível - este mau humor matinal. As pessoas, principalmente aquela que acorda ao meu lado todas as manhãs, não têm que levar com este filme. Como controlo o mau humor? Ficando calada. O mau humor existe, está a 180km/h dentro de mim mas ao ser ignorado, não é alimentado e pouco a pouco acaba por desaparecer. No entanto, e para ser verdadeira, há dias em que o mau humor vence e sem qualquer controlo na velocidade que as coisas me saem da boca, lá solto uma ou outra pérola. Segundo a dimensão do mau humor, arrependo-me ou não em seguida.

 

Há uns anos, quando comecei a trabalhar, um senhor mais velho disse-me que o Homem é um ser de hábitos e que isto acabaria por me passar. Eu confiei na voz da experiência mas começo a achar que ele estava enganado. Não passou, apenas aprendi a controlar-me e a dar menos importância a isto. Pessoal, quem está comigo? Quem é que pelas manhãs tem vontade de mostrar o dedo do meio a quem está a anhar no trânsito? Mandar dois gritos aquela pessoa que enquanto caminha para sair do metro, continua a ler o seu livro alheado a quem tenta passá-lo (pela direita ou pela esquerda, é indiferente, estas pessoas arrastam-se aos "s")? Dizer "cala-te!" a quem cantarola alegremente (ou muito pior, assobia alegremente)? Dar com a porta do elevador ao vizinho que não responde ao nosso "bom dia"? Anyone?

02
Jun17

Tempo de antena #3

 

Lara, 32 anos, natural de Lisboa.

Cresceu na zona da Ericeira mas a vida trocou-lhe as voltas e há 4 anos regressou à capital. Espontânea, positiva e algo refilona a Lara está grávida do seu primeiro filho. Em estado de graça, 'bora lá fazer uma onda à Lara! Uuuuueeeeeeeeeeeeeeee!

 

Bem-vinda Lara!

 

Obrigada por teres alinhado. Para começar, queres acrescentar algo à tua apresentação?

É difícil desistir de algo, falo pelos cotovelos e adorooo fazer experiências gastronómicas com o meu marido.

 

Eu também gosto muito de jantar as vossas experiências gastronómicas! Comecemos pelo princípio. Aos oito anos os teus pais separam-se e foste viver para Mafra. Como recordas esses tempos?

Os meus pais separam-se aos meus oito anos e fui viver para Mafra mas só aos dez. Não tenho nenhuma mágoa dessa separação, os meus pais deram-se bem, toda a minha vida, juntos ou não... O único trauma foi começar a dormir sozinha, que até então ia secretamente de noite para a cama dos meus pais. | risos |

 

Em adolescente sofreste de bulimia. Hoje, adulta e saudável, o que tens a dizer sobre isso?

Foi uma fase difícil, só quem passa por ela é que consegue dar o devido valor. Comecei por anorexia e quando percebi que não conseguia reduzir mais aquilo que comia, comecei a vomitar e sofri de bulimia. Costumava vomitar o jantar, que era a refeição que, por ser em casa, não podia escapar. Emagreci 34kg num ano. Quando estamos assim, olhamos para o espelho e apenas vemos gordura. Não conseguimos ver a realidade, apenas queremos ver mais ossos salientes... Por sorte tenho uma mãe muito persistente e atenta, e isto só durou três meses (apenas cheguei aos 44 quilos). Depois de descobrir, a minha mãe ia todos os dias à escola para lanchar comigo e certificava-se que eu tinha almoçado. Graças à minha mãe não tive repercussões mais graves de saúde. 

 

Aos dezoito anos, voltaste para Lisboa e entraste para a faculdade. Inscreveste-te numa licenciatura, mudaste para outra, acabaste por deixá-la e começaste a trabalhar. Arrependes-te da decisão?

Sinceramente não. Foi uma fase da minha vida que adorei e claro que hoje poderia ter uma licenciatura. Mas trabalho com tantos licenciados que recebem o mesmo que eu... Acho que ainda hoje não sei em que área gostaria de me licenciar! |risos|

 

Entretanto voltaste para a Ericeira e apaixonaste-te pelo - que é hoje - teu marido. Como descreverias a vossa relação?

Numa frase e muito lamechas: sem dúvida que encontrei o homem da minha vida, complementamo-nos e não o trocava por nada. Nunca amei ninguém como o amo...acima de tudo somos amigos e companheiros. Temos uma relação tranquila e muito mimosa. 

 

Vocês já estiveram desempregados ao mesmo tempo. Imagino que essa situação vos tenha fortalecido enquanto casal?

Cada ano destes quase dez, nos têm fortalecido. Já passámos por tanta coisa... Uma relação constrói-se!

 

Há quatro anos deixaram a Ericeira e foram viver para Lisboa. Foi difícil ou adaptaram-se rapidamente?

Curiosamente a adaptação foi mais rápida do que pensava. Somos um casal bastante sociável, por isso foi muito fácil fazer novas amizades e sentirmo-nos integrados.

 

Estás grávida! O que é que se sente quando se espera o primeiro filho?

É inexplicável. É algo tão mágico que é difícil de descrever. Para mim, a gravidez em si não é tão mágica como descrevem e acho que no início apenas nos sentimos gordas e pouco sensuais...Estou com 7 meses (30 semanas) e agora sim, sinto a magia. Estou a gerar um ser, a única coisa na minha vida que será mesmooooo minha (e do meu marido, claro...), é espectacular, a sério. Sou eu que a carrego - é menina! - e alimento todos os dias com o meu próprio corpo. Sinto-me mesmo em estado de graça. É maravilhoso, como ainda sem conheceres, já amas tanto alguém. 

 

Um objectivo para 2017?

O meu principal objectivo para 2017 é que a minha bebé nasça com muita saúde, e que o parto seja fácil, sem complicações.

 

Envias-me uma foto de algo que faça parte do teu dia-a-dia?

 

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Muito bem. Desafio-te a responderes às seguintes perguntas de alto teor intelectual. Preparada? Go!

 

1- Clube de futebol: Benfica, mas não ligo muito a futebol. 

2- Costumas levar os champôs de hotéis para casa? Claroooooooo!

3- Uma certeza: Vou ter uma menina!

4- Doces ou salgados? Salgados.

5- Se neste momento eu fosse à tua casa, ela estaria arrumada? Sim.

6- Já ficaste sem combustível no carro? Não, nunca.

7- Diz a verdade, quantos litros de água bebes ao dia? Dois litros.

8- Muito frio ou muito calor? Nem uma coisa, nem outra.

9- Um medo: Desistir.

10- Se pudesses saber algo sobre o futuro, qual seria a tua pergunta? Vai correr tudo bem?

 

Obrigada Lara! E parabéns pela princesa! É sempre gratificante conversar com alguém que transborda amor. Agora aproveita e guarda este texto - este estado de graça - para reler quando ela entrar na idade dos porquês. Se ela sair à mãe, cheira-me que vais precisar de alguma (nada, coisa pouca, assim de raspão) paciência. =)

 

01
Jun17

Razões para ver o Masterchef

Sou fã do Masterchef Espanha! Já é a terceira temporada que acompanho e sou completamente viciada naquilo. É giro ver a evolução dos concorrentes, ver como se desenrascam nas provas de exteriores, ver como trabalham em equipa, ver os comentários do júri, enfim, gosto e pronto. No entanto meus amigos - ou melhor dito, minhas amigas - esta edição do Masterchef é digna de ser divulgada. Porquê? Atentem:

 

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Já deixaram de olhar para a foto? Concentremo-nos. Pois consta que o rapaz é ex-futebolista, o que soa esquisito para quem tem 28 anos mas também, quem é que está preocupado com isso? Para mim, o mais desconcertante no Jorge (ler o nome dele em espanhol para dar mais "salero" à coisa) é a atitude. Desengane-se quem pensa que é apenas uma carinha laroca, na na ni na na não. Aparentemente, este menino (alto, moreno, de olhos azuis e sorriso maroto) é mais do que um gatinho à solta (sim, diz que é solteiro). Ele não só tem jeito para a cozinha, como também demonstra ser educado, correcto, bom colega, engraçado...tipo...bom demais para ser verdade, até porque já lá vão os anos em que eu acreditava no Pai Natal. Este rapaz é daquela espécie rara do género masculino, que agrada a gregas e troianas. Tanto é que já na altura dos castings havia um zum-zum à sua volta, e a verdade é que foi rapidamente catrapiscado pela guapita do programa. Quer dizer, eles dizem que são só amigos mas também não desmentem rumores. Malandros...

 

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Ela diz que não quer nada com ele e que sabe perfeitamente, que rapazes como ele gostam de andar por aí a espalhar magia. Isto dura dois segundos. Depois ri-se e corrige: "não quero ter nada sério com ele". Não te preocupes Miri, nós percebemos-te. Não tenhas nada - ou nada sério - com ele. Este tipo de rapazes são um género de património da humanidade: são de todas e não são de nenhuma. 

 

E pronto, era só isto. Gosto muito de ver o Masterchef Espanha. Meninas solteiras que me lêem: se ainda não têm destino de férias para este verão, ouvi dizer que Granada é uma cidade muito gira e interessante. Fica a dica.

 

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