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MERCEARIA MAGINA

MERCEARIA MAGINA

10
Mai17

Sou feminista. Sou cool.

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É impressão minha ou agora somos todas feministas? Ultimamente é difícil não ver alguém - na rua, revistas, instagram, blogs - com t-shirts "I am Feminist", "Feminist", "We should all be feminists". Não pretendo debater o feminismo, não quero entrar por aí. O que eu gostava de ressaltar é que ser trendy não faz de nós pessoas feministas. E eu pergunto-me: se amanhã a moda for "Vegetarian", é plausível exibir isso ao peito enquanto se come tranquilamente um bitoque? Dúvidas, dúvidas...

10
Mai17

Quick chat #3

Whatsapp, grupo de amigas.

 

Amiga 1 - São 30g de whey, 3g de fermento em pó, 10g de cacau magro em pó e 45cl de leite.

Eu - Acho que nunca vi esse queijo à venda.

Amiga 1 - Hum? Qual queijo?

Eu - Whey não é queijo?

Amiga 1 - Não. É proteína.

 

Comentários para quê? 

Horas depois ressuscita um terceiro elemento.

 

Amiga 2 - Estive a pôr a leitura em dia e o que eu mais gostei desta conversa foi "nunca vi esse queijo à venda". Ahahahahahahahahaha!

 

09
Mai17

Ainda dizem que não há coincidências

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Dizem, pois dizem. Mas isso é algo com o qual não posso estar de acordo. Quem me conhece bem, sabe que eu não vos minto, se digo que muitas vezes a minha vida é alvo de coincidências. Também não me posso queixar. Regra geral costumam ser coincidências felizes ou pelo menos engraçadas. Prova disso foi o que me aconteceu há uns dias atrás. Como sabem, eu e o meu chavalo estamos a viver em Madrid. O que vocês não sabem é que nós conhecemo-nos no trabalho, em Barcelona (há trabalhos de sorte eheheh). Pois bem, a única sede desta empresa é em Barcelona no entanto há comerciais distribuídos pelo país inteiro, ou seja, é perfeitamente possível encontrar um carro da empresa em Madrid. Tudo muito bem. Mas encontrar um carro da empresa, à porta de casa, quando estamos juntos a voltar de um passeio...como é que eu posso acreditar que não há coincidências? Madrid é enorme e a nossa rua também não é pequena. Só falta descobrir que o carro pertence a algum vizinho do nosso prédio, impossible is nothing!

08
Mai17

Pombos citadinos

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O que seria de Lisboa sem pombos? Seria uma cidade muito mais aborrecida certamente. Imaginem lá o que seria nunca sermos brindados com merda de pombo no capô do carro, na roupa estendida ou na cabeça enquanto andamos a tratar da nossa vidinha...já imaginaram? A coisa não teria a mesma graça! Os pombos têm um papel importante na vida dos lisboetas e se não acreditam em mim perguntem-no a qualquer reformado que encontrem com um saquinho de migalhas de pão no Jardim da Estrela. Ou no Jardim da Parada. Ou no Jardim do Campo Grande. Ou no Rossio. Pois é meus amigos, os pombos andam à solta e são mais que as mães. Se não podemos ganhá-los mais vale aceitá-los. Consta por aí que levar com uma cagadela de pombo é sinal de sorte, ora que mais podemos pedir nesta vida? Um bom emprego? Uma casa confortável? Ganhar o euromilhões? Nada disso. O que todos andamos a precisar é cruzar-nos com algum pombo que sofra de diarreia e não façam essas caras. Há uns anos - vivia eu no centro de Lisboa - acordei para ir trabalhar, quando a caminho da casa de banho ouvi em alto e bom som "pruu, pruuu, pruu". Era verão, estava um calor dos diabos e eu tinha por hábito deixar a janela da cozinha entreaberta, numa tentativa de ventilar a casa. A medo persegui o som e em poucos segundos a dúvida deu lugar à certeza. Tinha-me saído a sorte grande e eu tinha um pombo na sala. Estão a ver o cúmulo do histerismo e do NOJO ao mesmo tempo? Era eu em pessoa. Hoje vejo que a minha atitude não foi a correcta e se até hoje não ganhei o euromilhões, a mim o devo. Depois de lágrimas, gritos, pulinhos enojados e muito suor lá consegui expulsar a merda do pombo de casa. Passei os restantes dias desse mês a lavar e desinfectar a sala, a cozinha, o corredor, enfim, todos os sítios pelos quais o pombo pudesse alegremente ter passeado. Nunca recuperei totalmente do trauma e dificilmente me apanham a dormir com uma janela aberta. Tenham cuidado e dêem-se por agradecidos de levar com um presente de pombo ao ar livre. Não sabem a sorte que têm.

 

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