Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

MERCEARIA MAGINA

MERCEARIA MAGINA

18
Mai17

A malfadada celulite

Capturar.PNG

 

Basta o verão dar o ar da sua graça e eis que uma pessoa é bombardeada por todo um leque de campanhas contra a malfadada celulite. Meus amigos, não é preciso. Nós mulheres, somos conscientes da celulite que transportamos no nosso corpinho e agradecemos que não nos lembrem de tal coisa, a cada virar de esquina. A celulite faz parte de nós, é um investimento pessoal e não merece ser tratada com leviandade. São dezenas de pizzas, dezenas de hambúrgueres, dezenas de tostas, centenas de cervejas, centenas de chocolates, centenas de gelados...é uma vida alojada em nós.

 

Todas sabemos o que devemos fazer para combater esta catástrofe que se dá pelo nome de celulite. No entanto só algumas o fazem. Eu, sem qualquer pingo de orgulho, assumo que pertenço ao núcleo "vou fingir que não é nada comigo". Vou fingindo, fingindo, fingindo até que o calor aperta e não posso fingir mais. É verdade sim senhora, em Madrid não há praia e assim de repente, uma pessoa até sente que se escapou à tropa. Mas as coisas não são bem assim. Em Madrid costuma estar um calor do caneco e, felizmente, há piscinas.

 

Talvez por isto, há uns dias tenha cedido ao impulso de - uma vez mais - comprar um creme anticelulítico. Sim pessoal, "I believe in miracles". Todos os anos compro um creme destes e claro, nunca levo a sério a aplicação aconselhada. O que é que acontece portanto? Nada. Absolutamente nada. Tenho cá para mim que, por este mundo fora, há mais alminhas como eu. Vítimas do marketing e do photoshop. Este ano estou decidida a levar a coisa mais a sério. Ou mesmo a sério. Voltei a inscrever-me no ginásio (mais uma moedinha, mais uma voltinha), vou obrigar-me a beber água nem que tenha que fazer xixi pelas pernas abaixo e, vou aplicar religiosamente a porcaria do creme todos os dias. Não se riam nem revirem os olhos, estou mesmo decidida. No entanto também vos digo, se dentro de um mês não notar diferenças (entenda-se dois buraquinhos menos) rendo-me ao sofá enquanto ligo para a Telepizza. Eu cá não nasci para sofrer.

 

11 comentários

Comentar post

Mais sobre a mim

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D